Por alguma razão, tive que escrever isso. Cheguei com os dedos formigando. Mas de verdade, não sei bem o que quer dizer. Não tive vontade de guardar pra mim…
E me pergunta: por que não desmistifico?
Mal imagina qual é meu mito!
E me pergunto, como se fez, meu mito?
Conversa fiada
Instante eternizado
Sorriso que cativou
Vida acompanhada
Ao longe
Quero a chance de acabar com você.
Não pode ser perfeito, como um mito.
Cria minha
Fosse minha…
Quer que eu desmistifique?
Deixe-me chegar mais perto
Olhar nos seus olhos, ouvir sua a voz…
Sei que existe
No meu imaginário
Onde chora ao ler meu obituário.
E ao ler isso?
Que fará?
Manterá-se longe?
Esteve perto poucas vezes
E perfeita
Feito mito
De vagas lembranças e de todos os lugares em que está
Mas não aqui.
1 Comentário
15, Janeiro, 2008 às 3:25 am
Belíssimo! Adorei!!!